domingo, 1 de novembro de 2009

O Problema da Educação


Olá amigos!
Já faz um tempinho que não posto por aqui no blog. Infelizmente não tive tempo durante esse mês que se passou, devido a correrias, principalmente no que tange a faculdade.
Mas, para não deixar o espaço aqui "em branco", gostaria de publicar no mesmo um artigo de Nivaldo Cordeiro, do site Midia Sem Máscara.

Segue o artigo:


Teremos que esperar a fundação de partidos políticos de direita para que propostas sensatas e racionais possam vir a ser implantadas. Esquerdistas como Paulo Renato só podem mesmo fazer isso: tentar administrar o inadministrável alimentando o pouco mais a jibóia, enriquecendo um pouco mais a base sindical, à custa do Erário.
A entrevista do secretário da Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza, concedida à revista Veja, deve ser lida com cuidado, pois mostra o limite da racionalidade com o trato do problema educacional brasileiro, dentro do quadro político estabelecido. Não falta mérito pessoal ao secretário, mas entender os limites da questão da Educação é também compreender os limites impostos ao Brasil pelo atual sistema político.
O máximo da coragem do secretário está em dizer do desserviço feito aos alunos e ao Brasil pelos sindicalistas. Um descortino do real a ser louvado. Nas palavras do entrevistado: "O movimento sindical politizou-se a um ponto tal que não se acham mais nele pessoas realmente interessadas em educação. Estas debandaram. Hoje, os sindicatos estão tomados por partidos radicais de esquerda sem nenhuma relevância para a sociedade. Para essas agremiações insignificantes, o sindicalismo serve apenas como um palanque, capaz de lhes dar uma visibilidade que jamais teriam de outra maneira. É aí que tais partidos aparecem e fazem circular seu ideário atrasado e contraproducente para o ensino". O secretário, todavia, equivoca-se quando conclui: "Repare que esses sindicalistas são poucos - e estão longe de expressar a opinião da maioria. Mas têm voz".
Ora, não são uma minoria os que pensam assim. A situação de deterioração chegou ao que chegou porque o Brasil tem-se transformado gradativamente em uma república sindicalista, provada pelo fato de o atual presidente da República ser um sindicalista de carreira ele mesmo. Tudo no Brasil está sindicalizado; vive-se em um regime político dos sonhos dos fascistas históricos. Os sindicatos laborais, assim com os patronais, são os verdadeiros donos do poder. Enquanto os sindicalistas patronais (ainda) controlam as empresas privadas, os sindicalistas de categorias de trabalhadores adquiriram grande poder, seja elegendo "companheiros" para os diferentes cargos eletivos, seja controlando os fundos de pensão das grandes empresas estatais (assim controlando também as grandes empresas privadas), seja controlando os recursos do imposto sindical.
Isso me leva a concluir que os sindicalistas representantes dos trabalhadores têm na atualidade a maior fatia de poder da Nação. Mandam e desmandam nesse país. Tornaram-se os grandes parasitas da Nação. O próprio plano do secretário Paulo Renato para tentar melhorar a péssima educação da rede pública do Estado mais rico da Federação é a prova da sua impotência: seu projeto é dar remuneração adicional aos professores por um sistema meritocrático, que só faria algum sentido se abrisse uma porta de saída para mandar embora da rede pública os maus professores, os desmotivados, os incompetentes. Paulo Renato nem toca no assunto, acovardou-se diante do essencial. Em face dos já altos níveis médios de remuneração que percebem os professores, dar algo adicional "para melhorar o ensino" é jogar dinheiro fora. A decisão gerencial certa é demitir os piores.
Concordo que um sistema de carreira meritocrático faz sentido, mas quando o "negócio" é administrável. O fato é que a rede pública emprega mais de duzentas mil pessoas, um corporação politizada e rebelde a comando e que não tem como ser administrada como está. A proposta mais sensata que um governante faria é privatizar a infra-estrutura e demitir/aposentar o professorado funcionário público. Os bons professores automaticamente obteriam emprego nas empresas de ensino que adquirissem as unidades. Os maus seriam excluídos. Essa, sim, seria a grande revolução no ensino.
Obviamente que o Estado, dentro dessa hipótese, garantiria de antemão o custo de toda a população que não pudesse pagar o ensino, em princípio todos que estão hoje matriculados na rede pública.
Uma medida dessas quebraria a espinha dorsal do corporativismo e colocaria em primeiro lugar os interesses pedagógicos dos alunos. Em curto espaço de tempo a questão da educação seria superada e os únicos prejudicados seriam os pelegos sindicais que fazem carreira às custas das novas gerações, que não podem ter acesso a um ensino de qualidade. Mas, para se fazer algo assim na Educação, teria que ser mexido todo o sistema de poder que está estabelecido. Seria necessário acabar com a concepção fascista de Estado que ora vigora, a começar pela eliminação do imposto sindical e pela redução rápida e vigorosa do tamanho do Estado.
Mas um Paulo Renato, chefiado por José Serra, faria algo assim? De jeito nenhum, ele mesmo é integrante da elite socialista. Sempre teve fé na ação estatal e construiu sua fortuna pessoal e política à sombra das benesses do Estado, desde os seus tempos de Unicamp. Homens como Paulo Renato jamais mexerão na questão central da Educação, como também de nenhuma outra coisa politicamente relevante no Brasil. Estão comprometidos até o pescoço que essa pútrida estrutura de poder. Teremos que esperar a fundação de partidos políticos de direita para que propostas sensatas e racionais possam vir a ser implantadas. Esquerdistas como Paulo Renato só podem mesmo fazer isso: tentar administrar o inadministrável alimentando o pouco mais a jibóia, enriquecendo um pouco mais a base sindical, à custa do Erário. Reformas assim só servem mesmo para aumentar privilégios dos professores e para elevar o déficit público.

Link: http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/9920-o-problema-da-educacao.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A verdadeira Independência sempre existirá?



O talentoso Pedro Américo soube registrar para a posteridade o momento em
que, às margens do Ipiranga, Dom Pedro I consumou nossa Independência.
Toda a cena produzida pelo artista, nos mostra pelos movimentos dos personagens com colorido de toda a tela, uma ernorme representação relevância do momento e as
promessas que pairavam sobre a nação que ali se concretizava.
Esse momento histórico não esteve envolto nos estertores revolucionários que
caracterizaram outros processos independentistas, nem pode ser visto como um momento de
ruptura com nosso passado.
A Independência do Brasil, ainda que marcada mais proximamente por certas
influências políticas controversas, foi, a bem dizer, o culminar de um longo processo de
emancipação, conduzido com sabedoria por nossos monarcas, sem um planejamento dirigista,
mas ao sabor das circunstâncias históricas.
Processo esse que, acelerado pelas guerras e revoluções que abalaram o Continente
europeu, teve na transferência de D. João, Príncipe Regente e da Corte portuguesa para nossa
terra, um momento decisivo para a definição da nacionalidade.
O Brasil independente que surgiu a 7 de setembro de 1822 era, pois, a continuação
desse germinar social, cultural, político e econômico, iniciado mais de três séculos antes, fruto
da operosidade e da fé da nação lusa.
A permanência da própria Dinastia, sua não derrocada ou substituição violenta, foram
disso prova e, ao mesmo tempo, fator de estabilidade.
Um dos legados mais preciosos desse processo histórico foi, por certo, nossa
integridade territorial e nossa unidade social, em um tão vasto e tão diversificado território.
O Brasil tornou-se um Império, mas jamais almejou a dominação das nações vizinhas.
Pelo contrário, procurou sempre manter com elas relações fraternas e até em suas disputas
diplomáticas soube agir com dignidade, com altivez, com senso de justiça e com habilidade,
jamais com agressividade ou prepotência.
Se em determinada altura se envolveu em um conflito bélico, de consideráveis
proporções, não foi a ele movido pelo desejo da conquista ou da dominação, mas para repelir a
agressão injusta.
Aliás, o Brasil – onde um frutífero e vasto processo de miscigenação, entre portugueses,
indígenas e negros, havia plasmado um povo com características únicas – soube aqui acolher
gentes provenientes das mais variadas regiões do mundo. Europeus de todas as latitudes e
origens étnicas, até orientais das mais remotas paragens, muitas vezes fustigados por
circunstâncias políticas ou sociais dolorosas, aqui se radicaram e prosperaram, acolhidos com
benevolência, sob a solicitude de nossos Imperadores, usufruindo dessa atmosfera de
cordialidade, sem rancores nem tensões, que constitui um dos encantos da convivência
brasileira.
Ao celebrarmos a semana da Pátria é, pois, com júbilo que considero tal passado, a
tantos títulos inspirador. Mas é também com inegável apreensão que me volto para um
presente convulsionado e para um futuro cada vez mais incerto.

Não é minha intenção debruçar-me aqui sobre os inúmeros desmandos do regime
republicano, que estão à vista de todos, e que não fazem senão ressaltar a inorganicidade de
um regime político que, pela violência abrupta, veio truncar essa continuidade benéfica.
Desmandos esses que levam a opinião pública a não ver na classe política a expressão autêntica
do que o Brasil pensa e quer.
Minha atenção é atraída para um processo mais subtil e, entretanto, mais nocivo, que
atinge nossa vida pública.
Em um ambiente de aparente normalidade, sem que o Brasil seja alvo de uma agressão
militar externa, múltiplos fatores vão contribuindo para corroer no seu âmago esta
continuidade histórica, tão intrínseca a nossa vida como Nação independente.
Vozes políticas apelam a uma “refundação” do País, prometendo fazer aos brasileiros –
sobretudo aos menos favorecidos – uma justiça que lhes teria sido sistematicamente negada.
Para tal fim, jogam na vala comum da História todo o nosso passado, considerado, numa
distorção falaciosa, fonte de todos os males que o País atravessa.
Apelando a estranhas doutrinas sociológicas, antropológicas, ambientalistas e até
religiosas, paladinos de ideologias merecidamente sepultadas pela história recente maquiamnas
com novos contornos revolucionários e tentam introduzir na vida do País fatores próprios a
desagregar nossa organização político-social.

Partidários de um verdadeiro e extremado apartheid cultural, desejam confinar nossos
irmãos indígenas a uma estagnação deteriorante, negando-lhes as vantagens de um sadio
progresso e, sobretudo, os benefícios indizíveis da Verdade revelada, e reclamam para eles
imensas extensões de terras, que, a médio ou longo prazo, se tornarão enclaves
independentes, de onde, desde já, brasileiros são violenta e arbitrariamente expulsos, como se
deu recentemente em Roraima e se anuncia para breve em Mato Grosso do Sul.
Processo idêntico se dá com a chamada “revolução quilombola”, pela qual
comunidades ou indivíduos que se auto-intitulam remanescentes de quilombos, habilmente
manipulados por agitadores, reivindicam para si largas áreas do território nacional, em inteiro
desrespeito ao legítimo e estabelecido direito de propriedade.
Aliás, em todo este processo, o legítimo proprietário, sobretudo o rural, que com seu
esforço e dedicação tantos benefícios tem trazido ao País, inclusive na mais recente crise
econômico-financeira mundial, é o grande vilão a ser perseguido e, se possível, eliminado.
Vai igualmente sendo introduzida no Brasil uma política de classificação de raças, que
tenta negar e subverter a identidade nacional, claramente construída sobre a miscigenação,
com todos os seus corolários psico-sociais de harmonia e bom entendimento.
Eivado de preconceitos ideológicos, esse multiculturalismo segregacionista tenta impor
a política de “discriminação positiva” – com as chamadas cotas raciais – em nome da qual se
pretende criar o clima de conflito próprio a dilacerar nossa unidade.
Nossa diplomacia, famosa por seus grandes vultos, pela excelência e discrição de sua
atuação, percorre hoje, lamentavelmente, descaminhos perigosos, tão avessos a nossa índole
como nação independente.
O Brasil, que naturalmente alcança uma projeção internacional condizente à sua
importância, tem optado por alianças e posturas políticas no âmbito externo que podem
acarretar graves conseqüências para todos nós.
Em sua política exterior o governo brasileiro tem multiplicado suas alianças e seu apoio
a regimes ditatoriais, e utilizado fóruns internacionais para acobertar práticas tirânicas, o que
lhe tem valido severas críticas, provenientes dos mais variados quadrantes.
Além disso, no âmbito da América Latina, é cada vez mais aberta e reconhecida a
subserviência de nossa política externa a um projeto ideológico do chamado eixo bolivariano,
em nome do qual o governo tem abdicado de direitos e aceitado duríssimos golpes aos
interesses nacionais. Isso sem falar das estranhas alianças com regimes acobertadores ou até
promotores do terrorismo internacional.

Este elenco não tem a pretensão de ser exaustivo, mas apenas um enunciado dos
fatores que considero como graves ameaças a nossa autêntica independência, proclamada por
Dom Pedro I, a 7 de setembro de 1822, às margens do Ipiranga.
Creio ser dever de todos os brasileiros – e me dirijo, neste momento, com particular
solicitude aos que trazem vivas em seus corações as esperanças monárquicas – ter noção clara
de tais ameaças, estimular ativamente o debate a respeito das mesmas, evitando assim uma
apatia ou um comodismo que poderiam ser fatais, e trabalhar ativamente, sempre dentro dos
limites da legalidade, para evitar ao Brasil tais descaminhos.

Dom Pedro I, proclamador de nossa independência, houve por bem consagrar nosso País
a Nossa Senhora da Conceição Aparecida. É para Ela que devemos nos voltar, também, rogando-Lhe que deite sobre o Brasil um olhar de benevolência misericordiosa, e com
suas bênçãos assegure ao Brasil a plenitude de sua independência, bem como o cumprimento
de sua providencial missão entre as nações.

Artigo com paráfrases do discurso de Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, no Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2009 Disponível em http://www.monarquia.org.br/portal/

sábado, 29 de agosto de 2009

A uma Excelência

Por Olavo de Carvalho

Desafio Vossa Excelência (refiro-me à excelência do seu cargo, pois na sua pessoa não vejo excelência nenhuma) a provar que estou mentindo:

A tortura é crime hediondo, com o atenuante de, no Brasil, ter sido praticada seletivamente contra terroristas assassinos. O terrorismo também é crime hediondo, com o agravante de ter sido praticado contra populares inocentes.

Os crimes de tortura, reais e supostos, já renderam às suas vítimas alguns bilhões de reais em indenizações, enquanto as vítimas do terrorismo não receberam nem mesmo um pedido de desculpas. São tratadas como uma escória desprezível, culpadas de terem se atravessado, por bobeira, no caminho do carro da História, então carregadinho de trastes como Vossa (humpf!) Excelência.

O governo representado por Vossa (repito a ressalva) Excelência tem dado apoio ao regime cubano, que, numa população muito menor que a brasileira, torturou e matou e continua torturando e matando aproximadamente cinqüenta vezes mais pessoas do que a ditadura brasileira. Vossa (argh!) Excelência é portanto pelo menos tão culpado de cumplicidade moral com a tortura quanto aqueles a quem acusa.

O governo que Vossa (com o perdão da palavra) Excelência representa dá apoio ao regime da Coréia do Norte, que neste mesmo momento tem duzentos mil prisioneiros políticos encarcerados – nenhum terrorista entre eles, só civis desarmados –, submetidos não só a torturas e maus tratos infinitamente piores do que aqueles infligidos aos terroristas brasileiros, mas também a trabalhos forçados, dos quais os bandidos amados de Vossa (?) Excelência foram totalmente poupados pela ditadura. Não venha me dizer que apoio a regimes torturadores não é cumplicidade com a tortura.

Diretamente e/ou através dessa central do crime que é o Foro de São Paulo, o governo que Vossa (como direi?) Excelência representa dá integral apoio político às Farc, que neste preciso momento mantêm em cativeiro, sob condições desumanas e – é claro – sem acusação formal ou julgamento, aproximadamente sete mil seqüestrados. Tudo o que o seu governo quer para as Farc é premiá-las não só com a anistia geral e irrestrita, mas com a elevação delas à condição de partido político legal, a prova mais patente de que o crime compensa.

Apoiando as Farc, seu governo é ainda cúmplice da morte de dezenas de milhares de brasileiros sacrificados anualmente pelo narcotráfico colombiano, diretamente ou através de seus agentes locais, os celerados do PCC. O governo representado por Vossa (porca miséria!) Excelência não é cúmplice só de tortura, mas de homicídio em massa. Comparado a vocês, o famigerado delegado Fleury era um amador, um principiante. O Champinha, então, nem se fala.

Vossa (ora, bolas!) Excelência carrega a culpa moral de mil vezes mais crimes do que aqueles a quem acusa e quer punir.

Vossa (isto cansa!) Excelência não tem a mais mínima autoridade moral para acusar torturadores, assassinos, narcotraficantes ou quem quer que seja. Vossa (pela última vez) Excelência tem mais é de ir para casa e esconder a vergonha sem fim da sua vida inútil, destrutiva, toda feita de fingimento, hipocrisia e engodo.


Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/semana/090828dc.html Acessado em 29/08/09

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Gravidade do Divórcio Instântaneo

Por Edson José do Carmo


Como se não bastassem os enormes ataques que a família brasileira vêm tendo durante os últimos anos, tramita no Senado uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que propõe o fim da união matrimonial por decisão de uma das partes, sem necessidade de separação prévia ou de explicar as razões. Ou seja, uma forma de "divórcio instantâneo".

Atualmente nossa Constituição Federal, diz sobre o divórcio:
Art. 226, §6º - O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.
Com a A PEC 28/2009 aprovada, teríamos o seguinte texto:
Art. 226, §6º - O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio.

Na Espanha, em 2005, foi aprovada tal lei, e no ano seguinte, O Instituto Nacional de Estatística registrou um aumento de 330% de divórcios entre casais casados a menos de um ano. Com isso, a família, que é a base da sociedade, fica abalada, e, consequentemente, a mesma sociedade sofre com tudo isso.

A PEC é totalmente contraditória com o mesmo artigo 226, que diz: "A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado".

Sendo aprovada a lei, haverá grandes transtornos de ordem e socioeconômica para o país. Isso sem contar os prejuízos infindáveis de ordem moral!

Para se manifestar contra essa PEC, você pode ir até o sítio do Senado para se manifestar. Navegue até http://www.senado.gov.br/sf/senado/centralderelacionamento/sepop/?page=alo_sugestoes&area=alosenado
Preencha o campo "Remeter para" com "Comissão e Liderança"
Preencha o campo "Destinatário" com "Todos os Senadores".
Clique em "Solicitação"
Preencha os campos "Remente", "E-mail", "Telefone", "Cidade" e "UF" (obrigatórios)
Escreva a mensagem no campo "Sua mensagem".
Pode ser, por exemplo: Quero que os senadores votem pela rejeição total da PEC 28/2009, que abre caminho para o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional.
Preencha os dados pessoais marcados com asterisco. Clique em Enviar.

Comentários acerca da lei anti-fumo


Por Edson José do Carmo

Olá amigos! Primeiramente, peço desculpas pela demora em postar. Meu computador estava no conserto, por isso a demora.

Então, lendo algumas notícias na Internet, eis que me deparo com mais uma aberração:
http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/08/11/e110820083.asp
É, isso mesmo, A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), aprovou nesta terça-feira (11/08/09), a lei que veda até fumódromos externos em locais como bares, restaurantes e hotéis.
Ou seja: a lei tornará proibido o fumo em ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou de entretenimento, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculos, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes, praças de alimentação, hotéis, pousadas, centros comerciais, bancos, supermercados, açougues, padarias, farmácias, drogarias, repartições públicas, instituições de saúde, escolas, museus, bibliotecas, espaços de exposições, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer espécie e táxis.

Bom, já deu pra sacar o absurdo, né?

Esta lei é totalmente contrária à propriedade! Fere todo o conceito de direito jus fruendi (isto é: de gozar da coisa ou de explorá-la economicamente) da propriedade.

Ora, imagine uma cena: o dono do bar, que é fumante, tem de deixar o seu estabelecimento sozinho, para fumar na rua! E se estiver chovendo?
Bom, essa é apenas uma das inúmeras situações complicadas que o fumante irá sofrer.

O que mais me espanta, são as estatísticas que mostram que a maioria dos FUMANTES, aprovaram a decisão feita no estado de São Paulo!
O que é isso? O Estado vai contra a sua liberdade, e você o apóia???
E pior: as províncias de Rio de Janeiro e São Paulo, querem influenciar na propriedade privada!

Seria a mesma coisa de proibir o indíviduo de fumar em sua própria casa. Visto que uma casa e um restaurante, são, via de regra, propriedades privadas.

A lei torna-se, portanto, inconstitucional, pois fere os direitos de propriedade adquirida.

Porém, para o proprietário não ter problemas, basta pendurar uma placa dizendo: "Admitimos fumantes". E pronto!

Agora, a pressão da mídia e das informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) são tão fortes, que o indivíduo é pressionado psicologicamente contra o fumo. (Ex: o fumante fuma achando que é errado fumar; uma pessoa ao ver um fumante pegando uma carteira de cigarro, já começa a tossir). Dessa forma, a pessoa vive no "mundo de mitos", deixando se guiar sem raciocinar. E na hora de ter medo de verdade, não consegue agir corretamente, tendo assim, um bloqueio psicológico.
Isso nada mais é do que uma das formas de controle social com uma campanha totalmente alarmista! Velho truque comunista de deixar a sociedade em pânico com falsos alarmes (vide a "onda da gripe suína"). Tudo isso para, evidentemente, controlar o comportamento humano.
Muita gente, também, não percebe que a ciência perdeu, ao longo do tempo, o compromisso com a verdade, e partiu para o campo ideológico!
Veja bem: usam de artifício que o fumo faz mal, para o Estado influir seu poder sobre a propriedade privada! E todos os PREJUDICADOS, APLAUDEM isso!
É uma estratégia muito bem bolada!

Uma das provas que o risco do cigarro é minúsculo, são as estatísicas de morte:
A OMS, divulgou que nos EUA, morrem em média 400 mil fumantes por ano.
Mas, se lermos bem a estatística, vemos que a idade média de morte, é a mesma dos não-fumantes (72 anos)! Sem contar que há milhares de probabilidades de outras causas mortis dessas pessoas que eram fumantes.

Perigoso mesmo são esses mesmos médicos vigaristas, que tentam MANIPULAR a sua vida, com o aborto, a eutanásia, e seus demais erros!

Em 2006, um grupo de médicos americanos, se organizou e documentou 999.936 mortes provocadas por ERRO MÉDICO, só em 2005 nos EUA. Enquanto no mesmo ano, constatou-se: 559.886 mortes vinculadas à doenças cardíacas! Ora, são 63% de mortes, em relação às mortes causadas por médicos! Os números de mortes de câncer são 56% em relação às mortes derivadas dos erros dos clínicos!

E, ainda falando das táticas alarmistas que ferem os direitos privados do cidadão (com campanhas pró-desarmamento), vemos que as causas de morte por arma de fogo, foram de 30896 (3,09% em relação à mortes causadas pela medicina!). Resumindo: você corre menos risco de morrer estando em um tiroteio, do que se submeter à um tratamento cirúrgico!
Bom, mas é claro que ainda existem profissionais sérios nesta área, basta garimpar!

A meu ver, o médico é um contratato meu, para atender às minhas necessidades. Se olho para um médico, e vejo nele um agente funerário, jamais me consultaria com ele!

Fazendo alusão à isso, temos o famoso Dr. Drauzio Varella, que com sua aparência, já deixa de longe qualquer concepção correta de saúde.
Pior ainda é o governador que criou tal lei no seu governo provincial. Sim, José Serra! Um sujeito que foi ministro da Saúde, sem saber absolutamente nada de profissão médica!

Agora, deixar ser levado por esses safados?
É brincadeira!

E assim, nos impulham uma jogada que aumenta o poder do Estado sobre o cidadão de bem, e sobre a propriedade privada.
Algo a ver com os regimes totalitários???
Qualquer semelhança é mera coincidência!

Dia do Advogado!


Por Edson José do Carmo


Então amigos, hoje (11/08) é Dia do Advogado!

Como todos sabem, sou acadêmico de Direito.. e pretendo, com a graça de Deus, exercer o ofício de advogado.

No meio de tantas injustiças, e de tantos preconceitos inerentes a tal profissão, dedico esta postagem com um poema trecho de homenagem aos advogados, que achei na internet:


Justiça!
Ao Poder Judiciário, milhares de homenagens,Porque é o esteio do estado de Direito.Sem ele, a democracia seria imperfeita.Sem ele, a liberdade se extingue!Ser magistrado é ser um sacerdote do Direito,Ingressar em universos desconhecidos do ser humano,Conviver com personagens até então estranhosE conhecer um pouco de cada um e vivendo no seu mundo,Que agora também é dele,Compartilhar e recriar um novo espaço, tempo, com novas criaturas a povoarem este cenário.O verdadeiro direito é aquele que anda de mãos dadas com a justiça social e com a realidade.
Ser advogado é ser bom, quando necessário.Ser justo, sempre.Ser intransigente com a injustiça e a ilegalidade.Ser solidário com o inocente e ser duro com o infrator....

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dr Mauro Figueroa visita Porciúncula

Ontem (15/07/09), tive o prazer de conhecer e conversar um pouco com Dr. Mauro Figueroa, advogado, professor de Direito da Universidade de Lima, no Peru, e músico.
Para que não sabe, Dr. Mauro é um testemunho de determinação.
Ele, nasceu com 20 cm e sem os braços, e, logo ao nascer, sofreu tentativas de homicídio por causa de sua deficiência.
Mas, com muita determinação, conseguiu superar todos os obstáculos e ser um vencedor!
Dr. Mauo fez uma palestra na minha igreja - Matriz Pessoal de N Sra Aparecida, em Porciúncula, RJ - sobre o aborto. Disse-nos da gravidade que há em cometer tal delito e fez um apêlo à todos, para se manifestarem contra o aborto.